Organizando Viagens: o que fazer no tempo em que você está no avião?

Há algum tempo atrás, a Andrea, do blog Ideias de Estilo, me deu algumas sugestões de post e uma delas é justamente o assunto de hoje.

Alguns voos internacionais podem demorar até 14/16 horas e, fica a pergunta, o que fazer com todo esse tempo livre?

É claro que, quem consegue, pode e deve aproveitar e dormir o voo inteiro (principalmente se for um voo noturno)!

Para aqueles que (assim como eu 🙁 ) não têm essa opção, pode-se aproveitar para várias coisas, entre elas:

– Se você estiver levando seu notebook, pode aproveitar e responder seus e-mails pendentes e/ou, até mesmo, reorganizar as suas pastas de e-mail. É fundamental sincronizar as mensagens no Outlook/Windows Live Mail antes de embarcar e sincronizar novamente quando você chegar ao seu destino.

– Você pode aproveitar e organizar a sua agenda. Verificar todos os seus compromissos e tarefas pendentes e reorganizá-los de acordo com suas prioridades e/ou disponibilidade.

– Você pode analisar as suas notas e projetos do Evernote. Apagar o que não é mais necessário, reorganizar as notas e cadernos, elaborar checklist de novos projetos, verificar as pendências, etc.

– Adiantar tarefas que possam ser feitas sem a necessidade da internet (textos, planilhas, relatórios, etc.).

– Colocar a leitura em dia. Eu, pessoalmente, tinha 4 livros baixados no iPad e que ainda não havia conseguido terminar de ler. No último voo consegui reduzir esse número para 3. \o/

Lembre-se de alternar as atividades durante o voo para que não fiquei muito cansativo! Assistir um filme ajuda muito nesses períodos entre tarefas. 😉

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(Revisão) Organizando Viagens: comprar moeda estrangeira ou usar cartão de crédito / débito internacional?

Ontem (28/12/13) foi publicado no Diário Oficial um decreto aumentando o IOF incidente sobre operações com cartões de débito no exterior, e isso influencia nas informações do post que eu havia publicado em 22/10/13. Decidi, então, fazer uma revisão no post, com os dados atualizados:

O que vale mais a pena? Comprar dólar ou usar o cartão de crédito em viagem internacional?

Em uma primeira análise, comprar moeda estrangeira é a opção mais barata, por conta do IOF. O IOF nessa modalidade é 0,38% contra 6,38% do cartão de crédito e de débito pré-pago.

Por outro lado, com a instabilidade do dólar, há o risco da cotação cair bastante e a taxa do cartão de crédito ser mais interessante, mas infelizmente essa não é uma realidade que podemos administrar. 🙁

Nessa nova realidade (de IOF igual para cartão de crédito e débito), a única desvantagem que vejo em relação a compra de dinheiro em espécie é a segurança. Se você for assaltado, irá perder todo o dinheiro que tiver com você. Assim, a dica é não sair com todo o dinheiro. Planeje o que você vai gastar no dia e deixe o restante no cofre do hotel.

O cartão de débito ainda continua sendo melhor que o cartão de crédito, pois no momento em que você estiver fazendo suas compras, você já sabe exatamente qual o valor delas (pois quando carregou o cartão, já ficou fixada a taxa de dólar), enquanto que com o cartão de crédito, você somente irá saber quando chegar a fatura.

Em contrapartida, se sua intenção é fazer algum tipo de compra parcelada, aí o cartão de crédito é a opção. O cartão de crédito também é mais vantajoso se você quiser acumular milhas para a próxima viagem.

Fiz um quadro resumo para facilitar a visualização das vantagens e desvantagens de cada opção.

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Clique aqui se quiser ver mais posts da série Organizando Viagens.

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Organizando Viagens: como proceder se sua mala for extraviada?

Quem já teve a mala extraviada sabe a dor de cabeça que é e, por isso, hoje trouxe algumas dicas de como proceder se isso acontecer com você.

A primeira coisa a fazer é localizar um funcionário da companhia aérea e comunicar o fato. Ele deve registrar o extravio através do preenchimento do Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB) ou formulário similar.

Esse documento vai servir como um boletim de ocorrência e lá devem ser colocados todos os seus dados pessoais e informação sobre o tipo e cor da mala. Além disso, será necessário apresentar o comprovante da bagagem despachada, assim, lembre-se de manter esse comprovante com você desde o momento em que despachar a mala.

A companhia aérea tem entre 21 e 30 dias para localizar a bagagem. Após esse período, você pode solicitar uma indenização, que segundo a Convenção de Varsóvia, é de US$ 20,00 por quilo de bagagem. Cabe ressaltar, no entanto, que o valor é limitado ao peso máximo permitido para cada passageiro (23 kgs em viagens nacionais e 32 kgs em voos internacionais).

Se você não concordar com o valor da indenização (na minha opinião pessoal, o valor é muito baixo e deve ser contestado), é necessário procurar os órgãos de defesa do consumidor ou a Justiça. Em ambos os casos é importante ter a nota fiscal de tudo o que estava na mala.

Lembre-se que caso o extravio ocorra na sua viagem de ida, você pode pleitear, junto a companhia aérea, uma ajuda de custo emergencial.

Há como evitar o extravio de bagagem?

Como a responsabilidade é da companhia aérea, não há nada concreto que possamos fazer, mas algumas coisas podem ajudar:

– Leve, em sua mala de mão, roupa suficiente para 1 ou 2 dias de viagem.

– Declare o valor da sua bagagem despachada antes do embarque. A companhia aérea pode cobrar uma taxa, mas dependendo do valor envolvido, pode valer a pena. Com essa declaração, caso ocorra extravio, a indenização será o valor declarado. Objetos de valor (joias, dinheiro e eletrônicos) não podem ser incluídos na declaração;

– Identifique a(s) mala(s), por dentro e por fora, com nome, endereço completo e telefones de contato;

– Sinalize a sua mala com fitas ou etiquetas para facilitar a localização;

– Celular, notebook, câmera fotográfica, dinheiro, cartões, passaporte e remédios de uso diário devem ser sempre levados na mala de mão.

Com esses pequenos cuidados, essa situação pode ser menos traumática.

Se você ficou com alguma dúvida, mande um e-mail para contato@organizz.com.br ou deixe sua pergunta nos comentários.

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Organizando Viagens: o que pode trazer do exterior

Ontem voltei de viagem e percebi que não tinha falado de um ponto importante quando pensamos em viagens internacionais: a Receita Federal.

A cota para compras internacionais para viagens de avião é de US$ 500,00. Além dessa cota, há uma cota extra de US$ 500,00 para compras no free shop na chegada ao país. Vale lembrar que elas não são cumulativas e que compras realizadas no duty free dos aeroportos fora do país contam na cota dos produtos comprados no exterior.

Bens de uso e consumo pessoal estão isentos e não entram na cota, desde que sua quantidade não seja considerada para uso comercial. Celular, câmera digital e leitor de e-book também não entram na cota, mas estão limitados à uma unidade por pessoa.

Os bens que ultrapassam a cota devem ser declarados à Receita Federal para tributação. O valor cobrado é de 50% do valor que exceder à cota de importação. Caso você não declare e a Receita Federal selecione sua bagagem para inspeção, além do valor do imposto, ainda será cobrada uma multa de 50% do valor excedente.

O quadro abaixo mostra a diferença que a cobrança da multa pode fazer em suas compras.

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Outro ponto de atenção é a garantia dos produtos. Se você vai comprar algum eletrônico no exterior, é importante verificar quais as exigências do representante no Brasil para honrar a garantia do produto (alguns fabricantes exigem a prova regular de importação e, para isso, você vai precisar declarar o produto quando da sua entrada no país).

Aqui você pode encontrar a legislação da Receita Federal que fala sobre esse assunto.

Se você ficou com alguma dúvida, deixe sua pergunta nos comentários ou envie um e-mail para contato@organizz.com.br.

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Organizando Viagens: documentos para embarque

Hoje vou mostrar como organizo os meus documentos de viagem, de forma a ter tudo comigo, na hora que eu precisar.

Eu uso um envelope plástico e lá coloco:

– passaporte (em viagens para países do Mercosul, pode-se usar a Carteira de Identidade);

– cópia da página de identificação do passaporte (quando chego ao destino, por segurança, deixo o passaporte no cofre do hotel e ando somente com a cópia do passaporte e a carteira de motorista).

– e-ticket ou comprovante de emissão da passagem aérea (constando os trechos de ida e volta);

– voucher do hotel e/ou comprovante do aluguel de apartamento;

– apólice do seguro viagem;

– voucher da reserva do carro;

– Permissão Internacional para Dirigir (a carteira de motorista fica sempre na carteira);

– Nota Fiscal do notebook (na volta, se for parada pela Receita Federal, posso comprovar que esse item já era meu e não foi comprado no exterior).

Dependendo do país para onde vai viajar, é necessário levar, também, a carteira de vacinação. Verifique as exigências do país antes da viagem. Como algumas vacinas levam 10 dias para fazer efeito, o ideal é tomar as vacinas antes desse período.

Apesar de todas as empresas poderem localizar suas reservas pelo número, em viagens internacionais é fundamental levar todos os documentos impressos, pois o agente da imigração pode solicitá-los.

Com tudo pronto, é só fechar a mala e ir para o aeroporto.

Viajo hoje e nos próximos 10 dias é provável que não tenha post no blog. No Facebook e no Instagram devo postar fotos diariamente, mas aqui no blog é mais complicado (pois tem que editar texto, incluir fotos, etc.).

Depois da viagem, pretendo fazer uma série de posts sobre produtos para organização (há lojas maravilhosas nos Estados Unidos com os mais variados itens para nos ajudar a organizar a rotina diária, a casa e o escritório), além de falar sobre lugares para ir em NY.

Até a volta. 😉

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Organizando Viagens: alugando carro no exterior

O post de hoje da série “Organizando Viagens” é com dicas sobre aluguel de carro no exterior.

Em algumas cidades como Miami e Orlando, é fundamental alugar um carro e, com uma boa pesquisa, podemos economizar bastante e aproveitar o dinheiro extra com passeios ou compras. 🙂

Aqui o princípio é o mesmo das passagens aéreas e dos hotéis: quanto antes você reservar, mais chance de conseguir boas tarifas. Há locadoras que ainda dão desconto se o pagamento for antecipado (somente use essa opção se você tiver absoluta certeza de que vai poder viajar na data programada, pois geralmente essas tarifas não são reembolsáveis).

Outra dica importante é usar grandes locadoras, como Alamo, Avis, Thrifty, etc., pois elas geralmente têm vários escritórios e você pode optar por retirar o carro em um local e entregar em outro. Isso vai ser muito útil quando estiver viajando por várias cidades.

Nos Estados Unidos, eu uso e recomendo o aluguel do carro pelo site Happy Tour USA. Eles funcionam como um agente mediador, você cota e reserva pelo site deles, mas a locação é feita pelas locadoras citadas acima. Sempre consigo ótimas tarifas através desta empresa. 😉

Quando estiver fazendo suas pesquisas de preço, lembre-se que, dependendo de qual cartão de crédito vai usar no pagamento, eles cobrem o seguro. Falei mais sobre isso aqui.

Agora vamos à algumas informações práticas:

– Motoristas maiores de 25 anos têm uma tarifa mais baixa, por isso, definir bem quem será o motorista pode poupar seu dinheiro.

– O cartão de crédito que será utilizado para pagamento deve ser o do motorista. Pagamentos em dinheiro geralmente não são aceitos.

– Se mais alguém vai dirigir o carro além de você, é fundamental informar isso à locadora no momento da retirada do carro.

– Se você não conhece bem a cidade, opte sempre pelo GPS.

– Verifique se o país para onde você está indo exige ou não a Permissão Internacional para Dirigir. Alguns aceitam a carteira de motorista brasileira, mas outros exigem as duas (carteira brasileira e a PID).

– Fique atento à legislação local no que se refere às infrações de trânsito e velocidade máxima permitida. Eu já fui multada no exterior e isso não é nada agradável.

Com esses cuidados, a sua reserva e a locação do carro serão mais ágeis e tranquilas!

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Organizando Viagens: comprar moeda estrangeira ou usar cartão de crédito / débito internacional?

Esse post foi revisado em 29/12/13. Para visualizar o post atualizado, clique aqui.

Recentemente o Cássio Verona (leitor do blog) me perguntou o que valia mais a pena: comprar dólar ou usar o cartão de crédito na viagem que ele irá fazer para Las Vegas.

Em uma primeira análise, comprar moeda estrangeira e/ou recarregar cartão de débito pré-pago é a opção mais barata, por conta do IOF. O IOF nessas modalidades é 0,38% contra 6,38% do cartão de crédito.

Por outro lado, com a instabilidade do dólar, há o risco da cotação cair bastante e a taxa do cartão de crédito ser mais interessante, mas como essa não é uma realidade que podemos administrar, ainda prefiro o cartão de débito pré-pago.

Entre dinheiro em espécie e cartão pré-pago, eu também dou preferência ao cartão, devido a segurança que ele proporciona (se você for assaltado, o cartão pode ser cancelado, enquanto que o dinheiro já estará na mão do ladrão). Um pouco de dinheiro em espécie é sempre bom levar (para despesas como táxi, gorjeta, etc.), mas não muito.

Outra vantagem do cartão de débito é poder controlar o saldo através do site da operadora onde você fez o cartão. O meu cartão é da Confidence Câmbio, mas há várias outras operadoras que também têm seus cartões e alguns bancos também oferecem essa modalidade.

Em contrapartida, se sua intenção é fazer algum tipo de compra parcelada, aí o cartão de crédito é a opção. O cartão de crédito também é mais vantajoso se você quiser acumular milhas para a próxima viagem.

Fiz um quadro resumo para facilitar a visualização das vantagens e desvantagens de cada opção.

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