Complexidade x simplicidade

 

Today’s complexity demands greater simplicity!
A atual complexidade demanda uma maior simplicidade!

Ontem me deparei com essa frase e ela me fez pensar um pouco sobre o assunto.

Há algum tempo escrevi aqui sobre o minimalismo e cada vez mais acredito nele como estilo de vida.

Vivemos em um mundo onde somos bombardeados por informação de todos os lados. Aqui cito informação não só como notícias, mas também moda, comportamento, novos produtos, etc.

Não tive acesso à nenhuma pesquisa mas, acredito que nosso cérebro não tem capacidade de gerir tanta informação em tão pouco tempo e aí fica a pergunta, como lidar com tudo isso?

Acho que a melhor resposta é sendo minimalista e vou citar abaixo algumas dicas que podem contribuir com isso:

1. Menos e-mails
Se para você, uma caixa de entrada cheia é um fator estressante, que tal trocar alguns e-mails por ligações telefônicas ou mesmo uma troca de mensagens via chat, Whatsapp, etc. Esses últimos permitem uma rápida tomada de decisão e/ou resolução de pendências.
É claro que assuntos importantes precisam de mais formalidade, mas você pode trocar uma longa troca de e-mails por um e-mail resumo com os assuntos discutidos em um chat. Que tal?

2. Menos aplicativos
Eu sou fã de aplicativos (fã mesmo). Acredito que eles tornam a nossa vida muito fácil, mas a oferta é tanta, que quando você percebe, baixou vários aplicativos que não usa muito. Vou citar meu exemplo, há bem pouco tempo, eu tinha 175 aplicativos baixados e quase nada de espaço livre na memória do meu celular. Depois de uma análise criteriosa, reduzi isso para 89 aplicativos e aumentei em 1,5GB a memória do meu aparelho.

3. Menos papel
Diminuir a quantidade de papel pode ajudar você de diversas formas: aumenta sua área livre (pois você não precisa de tanto espaço para guardar livros, revistas, etc.), permite que você encontre mais facilmente o que precisa (basta criar um método de arquivamento eficiente em seu computador – seja por data, seja por assunto, seja por tipo de material), economiza dinheiro (várias editoras e livrarias vendem seus e-books e revistas digitais por um valor menor do que a versão impressa) e ajuda o meio ambiente.

4. Menos compras
É fato que vivemos em um mundo consumista, mas entender esse fenômeno e ter consciência do que você realmente precisa e não do que você está sendo estimulado a comprar, é a chave para o tão falado consumo consciente.
Com o consumo consciente liberamos espaço em nosso armários, cozinhas, banheiros, etc., além de conseguir economizar dinheiro, seja para alcançar um grande objetivo, seja para poder ter mais tempo livre com a família, etc.

5. Menos redes sociais
Um dos maiores especialistas brasileiros em administração do tempo (Christian Barbosa) já afirmou, em vários de seus textos e entrevistas, que as pessoas reclamam de falta de tempo, mas que na verdade o problema é a má gestão do tempo que possuem e, sem dúvida, as redes sociais contribuem com isso.

Enfim, acho realmente que um estilo de vida mais minimalista facilita o dia a dia e permite que possamos buscar a simplicidade da frase que iniciou esse post.

Desejo uma ótima quinta-feira para você!

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Minimalismo

Hoje vou falar sobre uma tendência que há algum tempo vêm se percebendo em nossa sociedade: o minimalismo.

A primeira vez que ouvi falar sobre o minimalismo foi ao ler uma reportagem sobre um casal paulista que passou um ano em Barcelona vivendo de maneira mais simples (sem alguns dos “luxos” que eles tinham no Brasil e, por conta disso, mudaram seu estilo de vida). A reportagem é muito interessante e vale a pena ler (veja aqui).

Depois disso, li várias outras histórias e reportagens sobre o assunto e, aos poucos, fui percebendo e desenvolvendo um estilo mais minimalista na minha vida pessoal (no blog não consigo aplicar, porque gosto de testar e descobrir novos produtos – mas nesse caso acredito que seja um investimento e não um gasto em si).

Mas afinal de contas, o que é minimalismo?

Segundo o blog Minimalizo, ser minimalista é se livrar do supérfluo para se concentrar no essencial. Eu, particularmente, concordo com essa definição e é isso que tenho aplicado na minha vida.

Abaixo listo algumas coisas que eu faço e que correspondem à essa tendência:

1. Hoje em dia uma roupa nova só entra no meu armário se eu realmente estiver precisando dela e se uma peça velha for doada (até na minha recente viagem, isso foi aplicado – comprei poucas coisas e na hora de coloca-las no armário, a mesma quantidade de peças foi retirada).

2. Este ano estava planejando trocar de carro, mas depois pensei melhor e vi, que neste momento, não preciso fazer isso (por que gastar em algo que não é essencial?). Na verdade, gostaria muito de usar o transporte coletivo, mas na minha cidade essa não é uma boa alternativa (e o pior de tudo saber é que essa não é a realidade somente na minha cidade, mas em todo o Brasil).

3. No meu quarto (que é pequeno), organizei meu home office, usando somente o essencial: uma cadeira, uma mesa pequena e um gaveteiro.

4. Já falei aqui no blog algumas vezes que não uso papel e essa é uma das tendências minimalistas que mais me encaixo: não uso papel! Somente opto pelo papel em situações onde ele é realmente indispensável.

5. Faço listas para tudo o que preciso fazer e/ou comprar e me concentro nelas para não comprar supérfluos.

É claro que ainda tenho um longo caminho a percorrer, mas confesso que esse é um estilo de vida me interessa bastante. 😉

E você? O que pensa sobre o assunto?

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